Santiago do Chile
Chegamos às 22h em Santiago. Corremos para o guichê de informações em busca de sugestões rápidas para hospedagem barata. Tínhamos opções próximas a estações do metro, "Mas precisam ir rápido porque encerram em 20 min, e cuidado com os arredores há muitos aguardando os mais distraídos, segurem seus pert..." Gracias, Tchau, Hasta luego!!
Pagamos o equivalente a R$ 1,60 e mesmo com pressa contemplamos a beleza do metro, digno de uma grande e desenvolvida cidade como Santiago.

Os dois primeiros dias foram inquietos. Buscamos algo mais barato que oferecia mais que a cama, o cansaço da noite anterior falou mais do que as habilidades com calculos econômicos. Enquanto isso tentávamos encontrar um amigo, também mineiro, que está fazendo intercâmbio
universitário na cidade. Novamente mudamos, só que agora para a república do Magno... lá poderíamos ficar d'grátis até que o dono aparecesse para cobrar a diária. De 4 noites pagamos uma. Valeu Magno!Conhecemos a cidade, o centro histórico e comercial (veículos e eletrônicos estão baratos - precisamos lembrar quem se equivocou em dizer-nos que em Santiago viver custa caro). Comemos caldo de mariscos no Mercado Municipal, e acho que não gostamos muito ao contrário do Leando que optou pelo pescado. Foi em Santiago, até o momento, que curtimos a melhor balada. Muito Reggaeton e Salsa.
Com a economia nas diárias, valeu Magno de novo, programamos um dia para esquiar no Vale Nevado (onde ocorre o campeonato mundial de esportes em neve). Caímos muito, mas descer ao menos uma vez de maneira limpa a pista intermediária , sem tombos, valeu as dores dos dias seguintes. Ficamos 6 dias em Santiago. Apesar de muito grande nos pareceu limpa, sobretudo quando vimos a cuidadosa gari descolando chicletes agarrados no chão.



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